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📚Livros

Capa de O Valor Do Homem

O Valor Do Homem

Outro — Francisco Tecas Bernário

No Amor do Santo Úlume Lulela, na Fé dos Profetas, na proteção dos Anjos e na minha verdade Evidente, estou muito feliz por receber as suas orientações para escrever o livro sobre o irmão António Fernando Pedro Gomes, com o título, O Valor do Homem. Aconteceu que, numa altura em que escovava os dentes no quarto de banho, pensando no Irmão Pedro Gomes, o porquê de até ao momento não conseguir compreender a natureza da minha missão divina e humana. Deste modo, questionei-me, como não conseguia compreender o teor das minhas pregações e das mensagens que o tenho transmitido quotidianamente, É por ser um animal político? Concluí que, este irmão está mesmo deste lado, apesar de não me entender. E disse mais “em política, não há amizade e inimizade permanentes, mas há interesses permanentes”. Tão logo fiz estas análises, disse no fundo do meu coração “É verdade, os políticos não são bons amigos para confiar e confidenciar algo de suma importância”. Porque, se não fosse assim, o meu irmão Pedro Gomes, já não teria dúvidas sobre mim e sobre a minha obra divina. Depois desta conclusão que obtive, ouvi uma voz que me disse: “escreva um livro sobre ele com o título: O Valor do Homem”. Continuando a conversa, a mesma voz disse-me “o painel será composto por profetas angolanos que abordarão o único tema que é o título”. No seu amor, na fé dos profetas, na protecção dos anjos e na minha verdade evidente, estou muito feliz por receber as suas orientações sobre a publicação da vida e obra do irmão António Fernando Pedro Gomes. E também, estou muito interessado em saber o pano de fundo dos seus segredos. E como tal, peço-lhe que estejas mais próximo de mim para interagirmos melhor. Estamos juntos.perfeito e profundo. Estamos juntos. Tens a palavra, meu amado Pai.

Capa de Se a Vírgula Falasse

Se a Vírgula Falasse

Outro — Albano Kusendela

Uma das razões pelas quais fomos motivados a elaborar este manual é o recorrente uso de uma vírgula proibida a separar o sujeito da oração do seu predicado. Essa situação tem ocorrido, com frequência, em textos veiculados por jornais impressos, digitais e, inclusive, em comunicados oficiais dos mais variados departamentos ministeriais, governos provinciais, ou administrações municipais. O que constatamos é que, na maior parte dos casos, isso ocorre quando o sujeito da frase é constituído por mais de um elemento, isto é, quando se trata de SC (sujeito composto). Ora, vejamos: Egipto e Kongo, nada fizeram durante os 120 minutos... “A ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL DA QUIÇAMA E A SUA REPARTIÇÃO DE EDUCAÇÃO, ANUNCIAM A DATA DO INÍCIO DAS CANDIDATURAS…” “Não, estou bem!” Mas, se tirar a vírgula, eu fico mal!

Capa de Mambus na Aldeia

Mambus na Aldeia

Outro — Zidânia de Oliveira

Mambus na Aldeia é uma narrativa envolvente que nos transporta ao coração da cultura cabindenses, desvendando tradições, desafios e os dilemas de uma juventude em transição. Com uma escrita cativante e detalhada, Zidânia Paca de Oliveira não conta apenas uma história, mas imerge o leitor numa experiência sensorial, onde os rituais, os valores e as emoções ganham vida. O protagonista Kiese, com sua força e inteligência, desafia o destino que a sociedade lhe impõe. Através dela, o leitor percorre um caminho de autoconhecimento, resistência e transformação, questionando padrões e reflectindo sobre o papel da mulher dentro da estrutura tradicional. A trama, marcada por reviravoltas inesperadas e dramáticas, mantém um ritmo envolvente até o desfecho. Mais do que um romance, Mambus na Aldeia é um registo valioso das práticas culturais, oferecendo um olhar profundo sobre a intersecção entre o passado e o presente. A autora equilibra com maestria a ficção e a realidade, permitindo que cada página seja uma ponte entre gerações e um convite à reflexão sobre identidade, tradição e mudança.

Capa de Raizes da Palava: O portugues e as linguas Bantu em Angola

Raizes da Palava: O portugues e as linguas Bantu em Angola

Outro — Victorino Armindo

Este livro apresenta um pendor historiográfico e contrastivo, na medida em que versa a coabitação entre línguas, nomeadamente o contacto entre o português e o as línguas bantu em Angola. Pretende-se apresentar uma vertente historiográfica das línguas, isto é, uma abordagem virada para a expansão linguística por meio da evangelização cristã. Atendendo ao percurso histórico do português em Angola, ainda é nossa pretensão contribuir para a formação de uma norma do português angolano, que venha demarcar a fronteira entre a norma padrão europeia e a angolana, sobretudo no que diz respeito aos campos do léxico, da morfossintaxe e da fonética. O presente livro visa dar também um contributo para os estudos lexicais, fazendo uma reflexão sobre alguns topónimos de línguas bantu de Angola, particularmente os de kimbundu que apresentam mais do que uma grafia. Atendendo à dimensão e à divisão administrativa e geográfica de Angola, esta diversidade ortográfica de topónimos nem sempre reflecte e interpreta correctamente o verdadeiro significado, bem como os seus aspectos históricos, etnolinguísticos e socioculturais. A escolha do tema resulta, por um lado, da necessidade de analisar o contributo morfossintáctico do kimbundu no português em Angola e, por outro lado, do interesse das diversas grafias toponímicas e das dificuldades na sua escrita, quer no contexto político- administrativo, quer no âmbito académico.

Capa de Musangola da Reconciliação

Musangola da Reconciliação

Outro — José Abel Moma

Brevemenet: “O facto de sermos uma nação que optou pela reconstrução e reconciliação, apesar da violência vivida, faz-nos pensar. Afinal, um colapso total era possível, um fim desastroso e fatal não estava longe da nossa história. Esta é admirável e faz-nos pensar. A dimensão da guerra que nós vivemos responsabiliza-nos em relação a nós mesmos e a toda a humanidade, no sentido de pensarmos os nossos actos, ou seja, pensarmos o que somos e o que somos chamados a ser. (…) A violência que manifestámos e que nós nos infringimos, mas que conseguimos ultrapassar, responsabiliza-nos diante de nós mesmos e perante toda a humanidade. Assim, temos a responsabilidade de pensar o nosso agir e o nosso ser. É preciso pensar! Esta consideração desperta-nos à vocação do angolano ao pensamento. (…) Se o filósofo é grego e o profeta é judeu, o pensador é angolano.” In Introdução: a Reconstrução Nacional e a Vocação ao Pensamento “Uma Angola nova”, eis a minha voz, “Nação reconciliada”, eis o que vejo, Nas águas que têm no perdão a foz, Na justiça, que já não será sobejo, No trabalho honesto que se impôs, E no alto Espírito que lhes desejo. In Epilogo: Debate entre a Guerra e a Paz

Capa de Manuel de Direito da Integração Regional

Manuel de Direito da Integração Regional

Outro — Guilherme Domingos

O Direito da Integração Regional constitui, ainda hoje, um ramo do saber jurídico relativamente recente e, sobretudo, carente de uma produção bibliográfica consolidada, especialmente nos contextos académico e editorial de língua portuguesa. A maior parte dos estudos disponíveis concentra-se na experiência da União Europeia, o que, embora relevante, acaba por limitar a compreensão das múltiplas formas de integração em curso em outras regiões do globo, como a América Latina, a África e o Sudeste Asiático. O presente manual não se propõe a esgotar o tema, tampouco a oferecer verdades absolutas sobre um campo em permanente transformação. Pelo contrário, sua finalidade é apresentar, de forma introdutória e sistematizada, os principais conceitos, fundamentos normativos, princípios estruturantes e teorias que sustentam os processos de integração regional. Busca-se, assim, oferecer aos estudantes de Direito e Relações Internacionais, bem como aos juristas e internacionalistas, uma base teórica sólida para a compreensão crítica e reflexiva do tema. Reconhecendo a complexidade e a pluralidade dos arranjos regionais existentes, esta obra pretende funcionar como ponto de partida para o aprofundamento de estudos, debates e pesquisas que contribuam para o fortalecimento académico e institucional do Direito da Integração Regional como disciplina autónoma e interdisciplinar.

Capa de Escolha um Medo Por Dia e Mostra Quem Esta No Controlo

Escolha um Medo Por Dia e Mostra Quem Esta No Controlo

Outro — Caquiqui Pedro (D´lirio)

O medo é uma emoção temporária, baseada em uma situação temporária. Perceba, o medo é a melhor ferramenta que o inimigo usa para nos manter estagnados, acomodados e contentados com uma realidade que poderíamos ter mudado. Não é de se admirar que muitos, por causa desse sentimento emocional, abdicaram de seus sonhos e perspectivas por receio de sofrer ridicularização por parte de outras pessoas mal-intencionadas, tudo porque não souberam filtrar a profundidade e a grandeza dos seus sonhos. O medo é uma resposta natural ao desconhecido, sendo assim, não precisamos permitir que o medo controle a nossa vida. A força capaz de vencer e eliminar este sentimento é a fé, a fé é a prova viva do próprio ser humano e da sua sobrevivência ao longo das eras de existência. Não precisamos viver dominados por este sentimento, pois, faz-nos perder oportunidades de entender o quão grande somos e quanta força temos no nosso interior. É por causa do medo que as pessoas tendem a desistir de muitos objectivos na vida. Que não dês motivos para que assim seja consigo, tu não precisas provar nada ao mundo - o teu verdadeiro valor ou a tua real posição diante de alguém. Vença o medo através do aprendizado e da própria experiência de vida pessoal. A coragem, é a ausência do medo, não é fácil, mas a experiência ensina-nos a superar e a eliminar o medo.

Capa de O Guardião do altar

O Guardião do altar

Outro — Domigos Gonga

Brevemente É importante que essa história não se apague. O testemunho de um homem que não se corrompeu, em vez disso escolheu proteger a obra de Deus. As futuras gerações precisam saber que houve um tempo em Angola, em que um grupo de ex-bispos, ex-pastores e pastores dissidentes, arquitectaram um golpe contra a Igreja Universal do Reino de Deus. uma rebelião levantou-se contra a obra de Deus em Angola, mas em tudo isso, guardiões foram levantados para fazer frente ao golpe e vencê-lo.- Escrever este livro foi mais do que um exercício de memória. Foi um acto de fé e justiça. O testemunho de Alberto segunda, tinha de ser escrito. Ao revisitar os acontecimentos que marcaram a luta pela Igreja Universal em Angola, senti novamente tudo àquilo que a igreja passou. Percebi que cada lágrima, cada afronta, cada noite em oração tinham um propósito maior: Preservar o Altar. Há histórias que o tempo tenta apagar. Mas quando Deus quer que algo permaneça, Ele levanta vozes para registar o que foi feito em Seu nome. E, Domingos Gonga José, foi uma desta voz levantada para registar o que foi feito em nome do Senhor.

Capa de Os Descontentes da Samba

Os Descontentes da Samba

Outro — Alberto Canvula Lima

A presente obra descreve, em linhas gerais, aspectos atinentes à origem e a cultura de um povo que se debateu bastante para a sua sobrevivência como um dos grupos etnolinguísticos do diversificado mosaico sociocultural angolano. Trata-se da origem e cultura do povo Holo. Com efeito, falar dos Holos é falar de um dos subgrupos pertencentes ao espaço sociocultural bantu, mais tangivelmente à comunidade etnolinguística ambundu. É, no entanto, falar de um dos povos que ainda continuam desconhecidos a nível da província de Malanje, em particular nosso país. Na verdade, a descrição dos aspectos históricos e socioculturais dos mais variados povos no contexto das sociedades modernas é uma prática que se enquadra no âmbito das mais diversas ciências sociais e humanas, com particular destaque para a História, a Antropologia e a Sociologia. Daí que a presente obra é um meio pelo qual se pode entrar em contacto não apenas com alguns elementos do modo de vida do povo Holo, mas também com alguns fragmentos de sua trajectória na fase mais recente da sua história e da história de Angola em geral.

Capa de Minha Trajectória Não Define o Meu Destino

Minha Trajectória Não Define o Meu Destino

Outro — Jossánio de Lucas

O livro Minha trajectória não define meu destino nasceu da constatação de certos problemas no seio juvenil, que particularmente têm sido facilmente afectado e pelas lutas ou dificuldades cujo a trajectória apresenta-nos. O presente livro o apresentará a luz da bíblia e não só, historias de homens e mulheres que superaram os desafios da trajectória. Tenho enxergado no seio juvenil, muitos jovens cansados com a trajectória (processo) e acabam se esquecendo do destino (propósito). Mas, Escrevo para alertar aos jovens que nunca é tarde para lutar pelos seus sonhos e objectivos, por mais difícil que estiver, nunca devemos desistir, pois, desistir é para os fracos, os fortes apenas descansam para voltar a insistir e persistir. Por isso, querido leitor, escrevo com muito amor e dedicação, partilhando consigo experiências que te vão motivar e mostrar que a tua trajectória não é menor ou maior que a de outro e, nem a de outro maior ou melhor que a tua, mas sim, temos trajectórias diferentes e que podemos aprender dos bons e maus exemplos na trajectória de outro. Meus objectivos ao escrever este livro são: 1° Motivar e inspirar jovens que enfraqueceram por meio das lutas que a trajectória nos apresenta. 2° Aconselhar os pais que por alguma razão têm se separado e de certa forma os filhos ficam com as mães, lembrando de que no crescimento dos filhos é essencial uma voz masculina, pois, as mães são mais amáveis e flexíveis. 3° Levar os leitores a refletirem o seguinte: Onde estou? De onde venho? E para onde vou? 4° Realizar o sonho de escrever para a sociedade angolana e não só.

Capa de Os Tribunais Eclesiásticos e os Motivos que Tornam o Nulo o Matrimónio

Os Tribunais Eclesiásticos e os Motivos que Tornam o Nulo o Matrimónio

Outro — Araújo da Silva

A natureza criada por Deus obedece a uma ordem própria, numa relação harmoniosa entre todos os seres vivos e seres inanimados. As relações sociais exigem um comportamento digno, uma conduta de respeito pelos outros e pelas propriedades ou bens que podem ser materiais ou imateriais. O homem é um ser em relação, ser que vive e se realiza em sociedade e nunca isoladamente. O matrimónio é o pacto jurídico que permite ao homem e mulher formarem uma comunhão total de vida para o bem de ambos. Ninguém deve pensar somente na sua realização, no seu bem e felicidade, mas também no bem-estar e felicidade da contraparte. Quando não houver o respeito pelo outro cônjuge, a relação não será de justiça, de harmonia, mas sim de injustiça e turbulência. A justiça significa “dar a cada um o que é seu”. E esse dar ao outro o que é seu, significa respeitar, reconhecer, restituir o bem material ou imaterial do homem.

Capa de Uma Realidade Angolana

Uma Realidade Angolana

Outro — Jenilson Paiva

No mundo das ideias, o espírito não deixa de trazer a realidade cognitiva, os itens que andam imersos nele. A ideia de família, um dos grupos humanos mais sólidos, de onde tudo se aprende, crescendo lado a lado com pessoas que nos quererem e nos amam, o grupo que mais dor nos pode provocar, quando aqueles que a gente quer e ama partem para eternidade, que apesar de se ter alguma compreensão intelectual, é muito doloroso, porque para este fenómeno não basta apenas esta compreensão, é preciso entregar a vida para perceber que a morte não é contra a vida, é contra o nascimento. A vida é uma continuidade de nascer e morrer. Morrer um bebé, para nascer uma criança, que morre para nascer um adolescente, que também morre para nascer um jovem, e assim sucessivamente, e em tudo manifestado. Ora, este livro é uma compilação de ideias de dor e prazer, tristeza e alegria, vida e morte, ou seja, um livro que espelha a eterna dualidade da vida com provocação de sentimentos mistos. Ao longo de nossas vidas, via de regra, passaremos sempre por determinados problemas, conflitos internos e externos, questionamentos, injustiças e outras adversidades. E mediantes a tais circunstâncias da vida, muitas vezes, julgaremos não ter mais nenhuma solução ou resolução para a nossa condição. Pensaremos que está tudo perdido e que nada pode mudar. Mas lembre-se que, enquanto estivermos vivos haverá sempre uma solução e essa solução é Jesus. Ele trará sempre a melhor solução ou resolução para os nossos problemas, trará cura para as nossas dores, consolo mediante as nossas angústias e tristezas, a melhor resposta para as nossas perguntas e incertezas, a melhor transformação das nossas vidas, paz perante os nossos conflitos. Em Jesus encontramos sempre: perdão, misericórdia, caridade, empatia e fraternidade.

Capa de Vida à Venda

Vida à Venda

Ficção — Teresa Nguele

Escrever "Vidas à Venda: Quando o Dinheiro Fala Mais Alto que a Consciência" foi uma jornada de introspecção e aprendizado. Este livro nasceu da observação das vidas que, muitas vezes, seguem invisíveis, escondidas nas sombras da sociedade. Ele é um retrato não apenas das dificuldades, mas das escolhas que, embora dolorosas, são feitas na esperança de um futuro melhor. O objectivo desta obra é lançar luz sobre essas histórias, não para julgar, mas para entender e aprender com elas. Cada conto é um pedaço da realidade que muitos preferem ignorar, mas que é essencial para compreendermos a complexidade do ser humano e as circunstâncias que moldam suas decisões. Quero que os leitores vejam além da superfície, que encontrem a humanidade nas situações mais difíceis e que reconheçam que, mesmo nos momentos mais sombrios, há espaço para a redenção e a reconstrução, porque a vida é feita de reticências. Este livro é uma homenagem a todos que, de alguma forma, lutam para recuperar sua dignidade, e um lembrete de que a compaixão e a compreensão são ferramentas poderosas na construção de um mundo mais justo.